Parar (7)

Já estou na terceira semana (ou quarta?). 
Um por dia apenas, depois de jantar.
Há quem diga que, por causa disso, eu não parei verdadeiramente.
Talvez tenham razão. Porém, também não vejo a diferença entre transitar assim ou com um adesivo. O problema é inspirar o fumo?
Só um dia de São Paulo já deve dar tóxicos equivalentes.
Não me chateiem.
As fissuras impossíveis já passaram, os períodos de mau humor também.
Não piorem as coisas.
Continuo a correr, pelo menos três vezes por semana.
O fôlego melhora todos os dias. E inventei um momento para escutar rádio, coisa de que já tinha saudade.
Não pareço diminuir de peso, mas também não tenho aumentado. Bom.
Não como bobagens, nem estou com fomes absurdas e súbitas.
Só deixo na minha mesa de trabalho uns frutos secos (lascas de coco, amêndoa defumada).
Chicletes também, mas nada com açúcar.
A primeira semana realmente foi dura, mas essa não tanto.

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